Bruno Fagundes planeja montar ‘Quase’, peça do americano John Cariani

Por Maria Luísa Barsanelli

Bruno Fagundes comprou os direitos para montar no país “Quase” (“Almost, Maine”, no original), peça do americano John Cariani que reúne nove histórias curtas sobre o amor e a perda. “É um texto muito acessível, mas que tem muita poesia”, diz o ator.

Há quase um ano, Bruno chegou a se encontrar com o autor em Nova York para conversar sobre a obra. “Ele ficou muito entusiasmado em ver um texto dele saindo do país”, afirma Bruno –segundo ele, esta seria a primeira montagem da peça fora dos EUA.

O ator convidou Zé Henrique de Paula para dirigir a adaptação, mas acabou se envolvendo em outro trabalho com o diretor: “O Senhor das Moscas”, baseado no livro homônimo de William Golding.

O espetáculo, voltado para o público juvenil, estreia no dia 2 de maio no Sesi, e hoje Bruno se alterna entre os ensaios de “O Senhor das Moscas” e a temporada de “Baixa Terapia”, comédia na qual divide o palco do Tuca com o pai, Antonio Fagundes, e a mãe, Mara Carvalho.

O projeto de “Quase” ainda não tem data para sair nem elenco definido, mas Bruno pretende seguir com o trabalho no ano que vem.

Cai a chuva

 

Claudia Raia (à dir.) visitou as audições de ‘Cantando na Chuva’, que estreia em agosto no teatro Santander. No musical, ela atua com o marido, Jarbas Homem de Mello (centro). À esquerda, a produtora Stephanie Mayorkis (Foto: Caio Gallucci/Divulgação)

Pé dentro “Mata Teu Pai”,texto de Grace Passô com direção de Inês Viana e atuação de Debora Lamm, confirmou uma temporada paulistana. A estreia está marcada para 5/5 no Sesc Ipiranga e terá a participação de senhoras (amadoras) que frequentam a unidade.

Pé fora Inspirada nas recentes manifestações de rua do país, a nova peça da Cia do Feijão, “DaTchau – Rumo à Estação GrandeAvenida”, estreia no dia 6/4 no Sesc Belenzinho.

Espelho Durante a turnê de “2 x 2 = 5 O Homem do Subsolo”, Cacá Carvalho passa pela sede do Grupo Galpão e participa do “Sabadão”, em que fala sobre o que é aparente no ator.

Pequeno ato

 

– Ah. Querida, queridinha pelúcia! Há quanto tempero, há quantas pedrinhas eu não tenho o doceiro de te açucarar!

– Nem queiras saber, querida! Eu andei tão envidraçada! Meus três últimos filisteuzinhos tiveram limonada, um depois do outro. Passei todo o começo do corsário chocando moinhos, correndo do rufião para o tamborete, passei noites controlando os carburadores, distribuindo alicates e pororocas. Enfim, não tive um só minueto livre!

Trecho de “Uma Peça por Outra”, de Jean Tardieu, que ganha nova montagem do Grupo das Dores nos 30 anos da companhia; estreia no dia 31 de março no teatro Aliança Francesa.